O poder da sedução discutido em português

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Wednesday, February 24, 2010

Monday, February 8, 2010

NEG - EXPLOSÃO E IMLOSÃO

As minhas pesquisas mais recentes deram-me excelentes ideias sobre o bom uso da Neg.

Como muitos de nós já nos demos conta, a Neg é provavelmente o elemento mais EXPLOSIVO do jogo; manejada com perícia, é o DINAMITE DA ATRACÇÃO. E como muitos de nós também já nos demos conta (não é Páris??), às vezes esse dinamite detona nas nossas mãos, e literalmente IMPLODE o nosso jogo. GAME OVER.

Para os mais distraídos, Neg é um artifício (geralmente verbal) que vos vai desqualificar de serem mais um potencial "predador". O objectivo é induzir falsamente a menina a acreditar que não estamos interessados nela, e por conseguinte, fazê-la baixar (inconscientemente) as defesas - "bitch shield", assim como as defesas de amigos/amigas protectores, baixar a sua auto-estima (geralmente alta, se ela for bonita, porque a maioria das abordagens que ela recebe é com elogios e demonstrações de interesse muito precoces). Essa demonstração deliberada de falta de interesse é o que a vai deixar mais confusa (e curiosa, ingrediente básico essencial da atracção), especialmente se ela for bonita e estiver acostumada com elogios.

Como já expliquei em maior detalhe num post anterior, as consequências negativas de uma Neg mal aplicada advém do erro de cálculo dos seus 2 elementos principais: "Grau" (digamos que "poder explosivo") e "Timing". É neste último que nos queremos focar agora.

O principal erro dos maus utilizadores de Negs, é que eles se apresentam muito cedo na interacção carregados do "dinamite". Jogam cargas explosivas em série (potencialmente mais fortes do que as realmente necessárias - erro no cálculo do grau) e são percebidos como rudes, agressivos, antipáticos, etc. Uma das melhores formas de evitar essa etiqueta, que não queremos mesmo exibir, é usando Validação Positiva seguida de Validação Negativa. Basicamente, vamos primeiro fazer a mulher sentir-se bem, validá-la segundo os nossos padrões e compará-la positivamente a outras, e um pouco mais tarde na interacção, validá-la negativamente, o que vai fazê-la querer qualificar-se para nós.

Validação positiva - sempre sobre aspectos não físicos, óbvio. Pode ser a profissão dela, um hobbie, alguma actividade que já tenha feito, algo pelo qual vamos mostrar genuíno interesse e quremos que ela nos conte mais datelhes. Deve ser explícito que aquela característica, aos nossos olhos, literalmente a tornou diferente da maioria das meninas que conhecemos no dia-a-dia, é algo que achamos interessante. Reparem que isso até nos dá um bom motivo para escalar, já que o nosso interesse (aparentemente) nasceu só naquele momento, quando soubemos "dessa" característica, e não pela beleza física.

Validação negativa - algo que lhe dê a ideia de que "afinal não és tão interessante como eu imaginava". Aqui vai ser muito mais seguro introduzir a Neg. As chances de rejeição são mínimas, uma vez que já a fizemos sentir bem, e ela vai fazer tudo para que a voltemos a achar "especial" e interessante. É push-pull. "Sabes que mais, já não te estou a achar tão divertida...não sei se vamos poder ser AMIGOS (teasing)...vamos, dou-te mais uma chance, vais-me ajudar a conhecer umas meninas..." Esta neg, neste exacto momento daria uma EXPLOSÃO DE ATRACÇÃO TITÂNICA...

Experimentem, em alguns casos, em vez da regra geral de aplicar a Neg nos primeiros instantes de interacção, serem socialmente interessantes e agradáveis. Validá-la positivamente primeiro. Guardem o dinamite para mais tarde...

Aguardo comentários!

Bons Jogos!

Sunday, January 31, 2010

DISSERTAÇÃO SUBORDINADA AO TEMA: JOGO DA SEDUÇÃO - FÓRMULA OU ANTÍDOTO PARA O AMOR?

a minha história

Como a grande maioria dos novos iniciados, a minha porta de entrada n”O Jogo” foi pelo best seller de Neil Strauss , “The Game”, em Janeiro do ano passado. O livro foi cortesia de Kamil, um amigo polaco de grande estima.

Não querendo adiantar os detalhes da história, ele, em algumas conversas, não resistiu a levantar o pano sobre o assunto principal do livro, e com um notório entusiasmo. E, pelo respeito e estima que ele me merece, eu era todo ouvidos; cá para nós, não estava mesmo a ver o que havia ali de especial. “Mais uma charlatanice sobre como engatar miúdas, como se as mulheres fossem todas iguais, e para esses assuntos existissem fórmulas de sucesso”, pensava eu. “Se calhar andei todos estes anos completamente enganado, querem ver?”…”Essas coisas do amor, química, acontecem naturalmente”…

Bem, o rapaz comprou-me o livro, não vou fazer a desfeita, mal não vai fazer.

Qual desfeita qual quê…a páginas tantas eu era só gargalhadas!!! E este é o sentimento mínimo que todos os leitores partilham sobre o livro, vão achá-lo demasiado cómico para ser tão realista! Está escrito de uma forma bem divertida, e todos, homens e mulheres, vamos poder rever-nos em uma ou outra passagem. No meu caso, em várias passagens, confesso sem vergonha. E tudo se encaixava, tudo fazia um enorme sentido, até mesmo aquelas coisas que eu pensava que aconteciam só comigo…era muita coincidência para ser ignorada.

Com um final feliz que me inspirou, terminei o livro cheio de vontade de saber mais! Eu acreditava que tinha potencial para desenvolver, que não estava a viver a todo o fôlego como gostaria…Particularmente no que diz respeito a mulheres, achava que era suposto eu ter mais sucesso do que aquele que vinha tendo. Por me achar um bom rapaz, cheio de qualidades, sentia-me frustrado por não estar a ter uma vida amorosa satisfatória, que dizer da minha vida sexual – era tão aleatória como um jogo de dados e tão esporádica como os campeonatos do Benfica (perdoem-me o exagero, claro, eu dava umas de vez em quando)…

Aos 25 anos, tenho a modesta soma de 2 namoradas e uns trocados…a primeira durou 2 anos e a segunda, 1 mês. Em comum - ambas terminaram o relacionamento comigo, num momento em que eu achava que estava a fazer tudo bem. As marcas que ficaram, são proporcionais ao tempo de duração. As aprendizagens, essas são muito maiores.

O tempo foi passando, e a frustração aliada à ignorância faziam-me procurar as respostas nos lugares errados, e era então que classicamente culpava as mulheres, porque ora são bonitas mas ocas, ora interessantes mas feias, ou antipáticas e fúteis, ou só querem gajos com guita, ou só gostam dos gajos que as tratam mal, ou talvez não sou suficientemente bonito, ou alto, ou forte…vá-se lá entender as mulheres, cada vez entendia menos, PQP…

O poder do mito

Todos os mitos sobre relacionamentos criam um nevoeiro denso de velhas opiniões formadas, clichés; entender os homens e as mulheres é uma ciência oculta, toda a gente aceita passivamente que essas coisas do amor não podem ser explicadas nem compreendidas; é algo mágico, sobrenatural, divino, espiritual. E assim deve permanecer, pois só assim é “natural”.

Em tempos, o Homem acreditava que o relâmpago era algo mágico, sobrenatural, divino, espiritual. Tentar explicá-lo era absurdo, “contra-natura”. Com esforço, conseguimos deixar para trás velhas opiniões, de enorme peso histórico e social, e hoje aceitamos que o relâmpago é um fenómeno provocado por descargas eléctricas.

Ninguém deixou de admirar a beleza do fenómeno, a majestade da natureza em todo o seu esplendor.

Sedução, um jogo de estratégia

Bem, vamos ao que interessa. Poderá o amor alguma vez caber numa fórmula? Não, as variáveis são infinitas. Vamos inverter a pergunta. Poderá alguma fórmula produzir o amor? A minha pesquisa nos últimos 12 meses leva-me a um grande e gordo SIM. O desafio será explicar o conceito de fórmula aplicado a este assunto, e as múltiplas definições individuais do amor.

Da forma mais superficial possível, o jogo, como é apresentado no livro, consiste basicamente no seguinte:

- Especialistas na arte da sedução dão cursos a homens sobre como engatar miúdas; ensinam frases feitas para a abordagem inicial (openers); regras básicas de linguagem corporal, para facilitar a entrada num grupo de pessoas estranhas; formas subtis mas eficazes de demonstrar qualidades tidas como atraentes aos olhos das mulheres; frases feitas para baixar o ego da brasa – o alvo; dicas para isolar o alvo; formas de criar empatia com o alvo; frases feitas para obter o número de telefone (Number Close – NC), um beijo (Kiss Close - KC); como marcar um encontro no dia seguinte e como conseguir levar o alvo para a cama (Fuck close – FC). Fim.

Que gelo, parece uma linha de montagem de relacionamentos, onde a matéria-prima e o produto são iguais - um grande vazio.

Todo este processo é muito bem detalhado, dividido em etapas, para que os alunos saibam exactamente em que fase estão com a mulher e o que fazer para progredir para a fase seguinte. Como uma missão, naqueles videojogos de estratégia. ESPEREM LÁ, É EXACTAMENTE ISSO!!...

Vamos pensar, qual a população masculina onde há a maior taxa de insucesso com o sexo oposto? A mesma com maior taxa de consumo de videojogos! Claro, OS “NERDS”…ou como se diz na minha terra, “os cromos da FEUP”, ou pior, do ISEP…Perdoem o estereótipo, mas entendem o que quero dizer.

Enquanto as meninas da idade deles brincavam com bonecas, às casinhas, aos pais e às mães, desenvolvendo já uma inteligência social indispensável aos anos vindouros, onde é que estavam os “nerds”?? Pois é, estavam em casa, de pijama o dia todo, com a língua de fora a jogar consola.

Com os pais dos “nerds” a trabalhar o dia todo, sobram, pouco tempo com os filhos e muitas lacunas na educação; pela falta de certas aprendizagens sociais, são percebidos como estranhos, esquisitos e começam a ser gozados na escola; são postos de parte pelos pares, implacáveis, e têm assim pouca participação nas brincadeiras e nos jogos; como não jogam muito e a sua participação não é incentivada, desenvolvem baixa auto-estima, carácter introvertido e tímido e um fraco jeito para o desporto; no futuro o pouco apreço pelo desporto vai resultar num corpo menos saudável, menos atraente, menos auto-estima, mais se fecham na sua concha e são enganados pelos mitos sociais de que eles “são assim” e que se alguma mulher for gostar deles será pelo que eles são…

Uma coisa é certa…de estratégia percebem eles…na verdade deve ser o circuito mental mais desenvolvido no cérebro do “nerd”, naquele potente hemisfério esquerdo.

Bom, se esse nosso amigo ficar à espera que as coisas aconteçam “naturalmente”…vai engordar a lista dos jovens adultos com mais de 25 anos que nunca beijaram uma menina…assim como a dos que nunca deram uma furiscadinha…

E agora a sério, estamos a falar de pessoas profundamente infelizes e insatisfeitas consigo mesmas.

Essas pessoas não passaram pelo processo “natural” de aprender e viver certos sentimentos, pelo que estes são totalmente desconhecidos; olhares que nunca serão descodificados, gestos nunca compreendidos, palavras com duplos sentidos sempre confusas…a lei da relatividade é uma piada, comparada à complexidade de entender as mulheres…

Então, quem não teve a felicidade de aprender no processo de crescimento a ser “natural”, basicamente está fadado a apanhar o que vier, quando vier, se tiver sorte…ou a pagar a profissionais.

Como ajudar estes homens a serem mais felizes, se cada vez que se aproximam de uma menina bonita ficam tão nervosos que se engasgam para dizer “olá”? O nervosismo é tão palpável que vão literalmente assustar a menina, que por mais simpática que seja, vai sentir desconforto por estar perto de alguém que não está confortável consigo mesmo. Não vos parece uma área fundamental à felicidade na vida de cada um? Mas como explicar o invisível?…

Eureka!! Uma fórmula! Só através de uma estratégia, um plano de jogo. Algo concreto, que eles consigam entender, e não mitológico, como a ideia de que “essas coisas devem acontecer naturalmente, quando os astros se alinharem”…

Se não me engano, o pioneiro dessa ideia genial foi Mystery, um dos PUAS mais conceituados no universo da sedução. Ele criou o tal método, com fases, tal como os níveis de um videojogo. Vários métodos se seguiram, por outros autores.

Sem querer alongar-me nos detalhes, (se alguém quiser algum esclarecimento sobre o método é só deixar um comentário) a questão que lanço é a seguinte:

- Alguém profundamente descontente com a sua vida amorosa/sexual, aprende “as regras do jogo” e começa pela primeira vez na vida a experimentar sentimentos totalmente novos; sente-se mais à vontade com mulheres, começa a desfrutar mais da sua companhia, tem pela primeira vez uma relação estável. Provavelmente o seu primeiro contacto com aquilo que para ele será o conceito de amor. É feliz e faz outra pessoa feliz. Foi válido? Foi necessário explicar-lhe que a relação homem/mulher também obedece a equações; literalmente para ele, o amor foi produzido através de uma fórmula, um método. Eu pergunto aos românticos, defensores do amor “natural”, “foi contra-natura?” O fim justifica o meio?

Hate the player, not the game

“Hate the player, not the game”. Todos entram por alguma razão, eu já expliquei sumariamente as minhas, convido quem quiser a partilhar as suas. Quando alguém nos passa algum conhecimento, aquilo que fazemos com ele depende só de nós. Há jogadores que entram no jogo, usam e abusam do poder que adquirem, começam a viver de aparências e num frenesim de relações superficiais. Talvez venham a descobrir o que realmente vale a pena no jogo, ou talvez não. Talvez nunca queiram encontrar o amor, ou não acreditem nele, ou mudem de ideias no meio do caminho, e aquele conquistador impiedoso e sem carácter se torne num pai de família responsável, rendido ao amor.

Uma das razões pelas quais se reprova o uso destas “artimanhas”, é mais um mito, de que as mulheres serão vítimas da sedução, vão ser enganadas e usadas. Quem conhece um pouco do íntimo feminino sabe que as mulheres desejam secretamente ser seduzidas. Anseiam por sensações, anseiam por serem arrebatadas, levantadas do chão com um olhar; a metáfora do príncipe encantado, representa isso, a aventura. A mulher quando vos conhece não vai gostar de vocês pelo que vocês são, mas pelo que a fazem sentir, pelo que elas imaginam que podem ser para elas. Se não tiverem a capacidade de demonstrar com eficácia aquelas qualidades que têm e que vão fazer aquela mulher sentir-se bem, já era…se não souberem dar-se a conhecer como são, duma forma que faça a mulher sentir-se bem, já era…

É, não basta chegar e dizer “mulheres, amem-me, sou um gajo espetacular e cheio de qualidades, darei um bom namorado!”…

Se soubermos mostrar a nossa personalidade duma forma atraente para elas (isto implica saber como a mulher pensa, que é bem diferente do que imaginamos) vamos ter mais sucesso com as mulheres e elas vão adorar ser seduzidas, e seduzir também. É preciso sensibilidade para entender as mulheres, e ousadia também.

Na verdade muitas mulheres quando questionadas sobre o jogo, respondem que acham fantástico, homens realmente interessados em fazer algo pela própria felicidade; o facto é que elas sabem que o mundo está cheio de homens que não as compreendem, que não as sabem abordar, e elas estão entediadas com a falta de emoção nos próprios “jogos”…qualquer tentativa de tornar o jogo mais interessante vai ser muito bem recebida.

Existem inclusive PUAs mulheres, personal trainers, que ensinam homens a ter mais sucesso com o sexo oposto.

Vou deixar um link para verem a classe do trabalho desta menina, Kezia. Sou fã.

http://www.puatraining.com/puablog/author/kezia/

Jogar é contra-natura?

Não vou dizer que o jogo não é “contra-natura”…vou dizer que o jogo é PRO-NATURA! Poderá ser novidade para alguns, mas jogar, todos jogamos. Os animais jogam, têm os seus rituais de acasalamento. O macho que não souber fazer o que é preciso para atrair a fêmea, Darwin abafa. Aqueles homens que são naturalmente bons com mulheres, jogam. E como jogam. Apesar de agirem mais intuitivamente, em vez de conscientemente (diferença entre um natural e um PUA), se lhes perguntarmos as razões pelas quais eles são bons, vão saber explicar tudo. Vão saber explicar aquilo que funciona para eles, e se se dessem ao trabalho, poderiam escrever sobre isso. Só que a maioria dos naturais não tem paciência de pensar sobre essas coisas, tem preguiça, eles sabem o que fazer e pronto. Não se dão ao trabalho de desmembrar as razões, de desdobrar o processo.

Dois naturais famosos na História: Casanova e Marilin Monroe. Exímios sedutores, cujos segredos de sedução hoje são conhecidos casos de livro, pois os mecanismos de sucesso subjacentes são gerais e comuns a toda e qualquer sedução, seja essa de pessoas individuais ou multidões.

Um grande amigo meu é um natural. Já saímos juntos várias vezes, observei-o e conversamos muito sobre mulheres. Sem nunca lhe ter falado que estudava estas coisas, agora sabendo um pouco sobre “o jogo”, foi fácil perceber as razões do sucesso dele.

Durante a vida, por tentativa e erro ele foi criando o próprio circuito mental de sedução. As características que davam certo foi mantendo e aprimorando. A sucessão de eventos na vida dele foi feliz na criação desse “know-how”.

Todos passamos por isso, mas nem todos desenvolvemos esse jeito natural.

Todos jogamos, uns pior, outros melhor, mas na hora H todos fazemos o jogo que aprendemos. Mesmo aquilo que vocês acham que aconteceu “naturalmente”, que foi química, mágico…foi resultado de aprendizagens sociais. Lamento.

A grande novidade é: se a sucessão de eventos na nossa vida não foi feliz para o desenvolvimento de um circuito mental da sedução eficaz, não estamos perdidos para sempre. Podemos rever esse circuito e aprimorá-lo (o nosso cérebro é nosso, só nós poderemos reprogramar o seu software), assim como outros (quem já ouviu falar de NLP – programação neuro-linguística, sabe que é literalmente verdade).

Como o exemplo extremo do “nerd”. Eu nunca fui um “nerd”, mas em relação ao meu comportamento com as mulheres desenvolvi certas incertezas, inseguranças, preconceitos, comuns entre vários homens, verdadeiras “pedras no sapato” no meu jogo.

a magia branca do jogo

Por trás da aparente frieza com que apresentei o jogo, das frases e comportamentos artificiais, existe uma mensagem muito importante, para quem o estudar de forma mais profunda. A mensagem é de que o que precisamos não é saber como atrair mulheres, mas sim como nos tornar mais atraentes. Como desenvolver o nosso potencial, para deixar-mos de ser “nós próprios” e passarmos a ser “nós próprios no seu melhor”. The best self. Como orientações de um preparador físico para desenvolvermos um potencial atlético ou simplesmente ter um corpo mais bonito, beneficiamos também se o conceito for aplicado para desenvolvermos a nossa personalidade e ficarmos pessoas mais bonitas, de forma natural.

Esse desenvolvimento não se aplica só à relação com as mulheres, uma vez que aprendemos muito mais sobre a sociedade em geral, as várias relações inter-pessoais, comunicação. Aprendemos a conhecer-nos melhor, aos outros e à sociedade. Teremos mais sucesso não só nas relações amorosas, mas profissionais, familiares, inter-pessoais e individuais.

Resistência ao jogo

Esculpir o próprio ego dá muito trabalho, e o processo é doloroso. É mais fácil defender o ego. Apresentar desculpas como “eu não quero ter que aprender isto ou aquilo para atrair mulheres, elas têm que gostar de mim como eu sou” ou “eu não sou assim, só quero ser eu mesmo e que gostem de mim pelo que sou”. Sair da zona do conforto, não é fácil. Para não sairmos apresentamos todas as desculpas: “não quero conhecer mais gente, gosto mais de ficar na minha, este ou aquele tipo de mulheres não me interessam, se nunca dei uma furiscada até hoje foi porque não aconteceu, não estou preocupado” …Enfim, não preciso dizer a quem estão a enganar. Vão para casa tristes porque queriam ter dado uns beijinhos naquela menina bonita que estava na festa. Ignoram que não se trata de mudança, transformação, mas de uma evolução. Essa evolução acontece todos os dias, evoluímos todos os dias enquanto seres sociais.

As determinações sexuais biológicas existem e são muito fortes, se não o Homem não teria sobrevivido enquanto espécie. Acham que só porque hoje temos regras sociais as pressões biológicas são menores? Aceitem que são seres sexuais, naturalmente, e parem de se culpar por isso. Se não tivermos um conhecimento profundo sobre a nossa natureza, pressões biológicas e factores sociais vão provocar sempre uma grande confusão de sentimentos.

Como a questão: será que o Homem enquanto espécie é um ser adaptado à monogamia? Fica para outros capítulos…

Jogar o jogo pelo jogo.

Apesar de ter entrado no jogo acreditando profundamente no amor, e com o objectivo de o viver mais vezes e de forma mais satisfatória, sou a favor também do jogo pelo jogo. Convenhamos, é muito divertido. Quem, estando livre e desimpedido, não gostaria de ter mais mulheres na sua vida? Quem for, deixe um comentário por favor. Fútil? Não, sentimentos vitais para a sobrevivência da espécie. O nosso cérebro tem circuitos biológicos que estão lá por alguma razão, e se sentimos desejo por várias mulheres, é porque isso foi fundamental para a sobrevivência da espécie. Quanto mais parceiras, mais chances na Selecção Natural.

De tudo um pouco eu faço. Truques de magia, cold reading, neg, push pull, story-telling, role- playing, kino escalation, jealousy plotline e uma carrada de jogos psicológicos, artilharia pesada. Com um bom parceiro, o jogo fica 10 vezes mais divertido. Consigo um Fuck Close e fim.

Moral da história: em nenhum momento lhe dei esperanças de ser um futuro namorado, se for o que ela procura, sempre a trato bem, antes, durante e depois do FC. Faço questão disso, mantenho uma relação de amizade/empatia, mesmo que a nossa “relação” tenha sido por pouco tempo. Ela adorou conhecer-me e ter passado a noite comigo, ou seja adorou ser seduzida e eu também. Expandi a minha rede social. Conheço muito mais gente, aumento exponencialmente as minhas chances de conhecer o tipo de mulher que acho interessante (sim, porque é importante saber que características gostamos numa mulher), não deixando de ser um actor social, apenas desempenhando o papel com maior protagonismo. Por outro lado, posso até descobrir que ela é uma mulher interessante e querer uma relação mais séria. Nunca a teria conhecido se não me sentisse à vontade para falar com estranhos ou se ficasse nervoso na presença de mulheres bonitas (alguém quer escrever um post sobre as razões biológicas/evolutivas para a existência deste nervosismo?) e se não soubesse estar na pele de uma mulher e compreender melhor o que as atrai.

Sem aquela frase feita, que já trouxe de casa, teria ficado nervoso ao abordar o grupo. Sobre frases feitas, vou contar-vos um segredo:

- Todos usamos! Quando perguntam, “então, esse fim de semana?”, é um opener, uma frase feita que aprenderam socialmente e que se destina a direccionar a vossa conversa/interacção com aquela pessoa num certo sentido. “Olá, tudo bem?” “E então, o que contas?” “o tempo está feio, parece que vai chover”. Frases feitas, quebra-gelo.

Como um músico, quando começa a aprender, toca músicas feitas. Depois de a música se tornar natural nele, e conseguir expressar aquilo que ele é naturalmente através da música, vai começar a compor, coisas pessoais, músicas com o traço daquele artista.

Ao aprender a arte da sedução, a falta de prática pode fazer o iniciante sentir-se mais confortável ao usar uma frase feita, ou rotinas, ou métodos. Quando ele já tiver experiência suficiente, o jogo vai ser natural, já não vai ser tão pensado, vai expressar a sua própria personalidade. E como magia, vai conseguir mostrar como realmente é, e fazer com que os outros gostem dele por isso. Aí sim, ele vai ser ele mesmo, confortável como nunca se sentiu antes.

Kama-sutra = contra-natura?

Qual o casal apaixonado que nunca procurou informação sobre como dar mais prazer sexual ao parceiro? Ler o kama-sutra, aprender num livro essas coisas; não teria que acontecer “naturalmente”? Ou só o amor tem direitos de divindade?...Lamento senhoras, se os vossos maridos não sabem como vos proporcionar um orgasmo, conformem-se, porque é assim a natureza das coisas; não aconteceu “naturalmente”, não estava destinado; é assim que eles são e vocês têm que gostar deles como eles são não é? É o ca...lho, vão a correr comprar-lhe o manualzinho…

Aprender num manual como proporcionar mais orgasmos ao parceiro é bom e recomenda-se; aprender como seduzir o parceiro, é “contra-natura”…

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Tudo o que sabemos é resultado de uma aprendizagem, mesmo aquelas coisas que tomamos por certas.

Respirar, andar, falar.

Só usamos uma pequena parte da nossa capacidade respiratória, a grande maioria das pessoas beneficiaria de um curso de respiração, para aprender a respirar melhor e ter uma vida mais saudável. O nosso amigo André fez recentemente um curso desses, pode esclarecer os mais curiosos.

Aprendemos a andar nos primeiros meses de vida, mas será que andamos da forma mais correcta? Uma reciclagem neste conhecimento adquirido também traz muitos benefícios na nossa postura, na forma como somos percebidos pelos outros e na nossa saúde.

Nos primeiros anos de vida aprendemos a falar, também por imitação, mas será que usamos a nossa voz da forma mais eficiente? O João fez um treino de vocal coaching, pode explicar melhor este ponto. Melhorar a nossa comunicação é fundamental em todas as áreas da nossa vida.

São como diferentes matérias no nosso curso de “crescimento e desenvolvimento social” que vamos reciclando ao longo da vida, se formos inteligentes. Aquelas matérias que por uma ou outra razão não tivemos notas tão boas. Estamos sempre a tempo de aprender mais.

No entanto, um curso de respiração, de uso da voz ou de aperfeiçoamento do andar não causaria de longe tanta estranheza quanto aprender sobre os mistérios e encantos secretos do amor. É contra-natura. Fazer um curso de comunicação, para nos sentirmos à vontade a falar em público, é muito recomendado! Mas isso não deveria ser “natural? Não há aqueles que são naturalmente bons oradores? Não teriam os outros que se conformar com o que a natureza não lhes deu?...

Aprender sobre as relações entre homens e mulheres não se deve meninos, é contra-natura…

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confissões

Já amei e fui amado; já idealizei romances e vidas a dois; já tive um desgosto de amor, daqueles em que pensamos que nunca mais vamos viver algo parecido na vida e o chão foge debaixo dos nosso pés; já chorei por uma mulher…em frente a ela; senti o que é ver uma mulher que gostamos com outro homem; já senti inveja por ver outros gajos que achava menos merecedores que eu com muito mais mulheres que eu; já abordei uma mulher e fui rejeitado, por ela ou pelas amigas que a “puxaram e salvaram” daquele estranho; já tive one night stands; já senti raiva de mim mesmo por não conseguir ter ido falar com aquela menina da festa; já me senti triste por passar muito tempo sem que ter mulheres na minha vida; já fui romântico e mandei flores; já me apaixonei por alguém que conhecia há 1 dia…

Já vivi e vivo intensamente o amor.

Admito a minha falta de habilidade em certos cenários sociais, admito que fico nervoso na presença de uma mulher muito bonita, admito que a quero e não consigo fazer nada para evitar e só desejaria saber como fazê-la interessar-se por mim. Não procuro desculpas para justificar a inércia, a não tomada de atitude em relação ao que quero. Não procuro compensar nas outras áreas da minha vida, como sendo um excelente profissional, a falta de sucesso em outras áreas, como a emocional. Afinal de contas quero enganar quem? Isso é fraqueza, cobardia. Se não estou feliz assim, admito e tomo uma atitude. Procuro desenvolver-me a cada dia em todas as áreas, SEM NEGLIGENCIAR NENHUMA! SOU UM HOMEM, NÃO UMA AVESTRUZ!

E como tenho a certeza que tenho sucesso em tudo o que me proponho a fazer, porque faço apaixonadamente, consigo ver desde já a evolução que pretendo.

Que alguém que se sinta feliz com sua vida amorosa não tenha interesse em, conscientemente, tomar atitudes para se desenvolver socialmente (já que o processo vai acontecer de qualquer maneira, inconscientemente), até entendo…mas aquelas pessoas que notoriamente não são felizes e me dizem que o jogo é contra-natura…

Boa sorte!

Considerações finais

Como se costuma dizer, a ignorância é uma bênção.

Temos de escolher, apesar de às vezes nem termos a possibilidade. Ou abandonamos de vez o conhecimento e vamos viver para a floresta, ou já que é em sociedade que estamos, não sei quanto a vocês, mas eu pretendo conhecer o mais que puder dela, dos indivíduos que a compõem, de mim, enquanto ser social…porque em sociedade vamos aprender de qualquer maneira, por querer ou sem querer, consciente ou inconscientemente.

Só o conhecimento nos poderá libertar de velhos tabus. O conhecimento dos mistérios de um fenómeno não vai roubar nada à sua beleza. Pelo contrário, vai-nos permitir apreciá-lo de forma mais plena e natural. O amor vai sempre ser mágico, aos olhos de alguns. Sem dúvida, aos meus olhos sempre será. Vivo o amor apaixonadamente, mais a cada dia que passa. Ainda que o consigam explicar de trás para a frente, terá aos meus olhos sempre um beleza natural divina, mágica. Como a do relâmpago.

Aos meus amigos da “contra-natura”, defensores moralistas do amor poético: convido a partilharem connosco quantas daquelas confissões que eu fiz vos são comuns, e que outras gostariam de fazer; será mais enriquecedor para o debate do que discursos moralistas sobre o amor, baseados em ideias imaginárias. É mais fácil aderirmos a essas ideias do que admitir que não estamos a viver em pleno como desejaríamos. Desçam do vosso pedestal de velhas ideias formadas e clichés, não subestimem o tempo que eu e o João já passámos a estudar aprofundadamente isto. Nós sabemos o valor e a importância que está a ter no nosso crescimento pessoal, e o quão fundamental será para a nossa felicidade. Se quiserem dizer que é contra-natura, não se baseiem na “capa do livro”, não sustentem a vossa opinião em primeiras impressões, porque nós também não. Pelo menos dêem-se ao trabalho de fundamentar a opinião com a vossa própria pesquisa (podemos contribuir com a nossa bibliografia, que é mais séria do que a que imaginam, acredito) e história pessoal, e argumentem com substância. Velhas opiniões não, obrigado. Também temos sentimentos, e conceitos individuais do amor. Também somos poetas e românticos. Não queremos matar o amor, nem dizer que ele se resume a métodos e fórmulas.

Errados ou não, estamos simplesmente a querer aprender mais sobre ele.

Bons jogos!

Wednesday, January 27, 2010

Gambler

http://www.puatraining.com/puablog/2010/01/stealth-seduction-revealed-video/~

UOOOU...é tudo o que consigo dizer sobre o material deste senhor.
Digam-me o que acharam.
Play fair!

Monday, January 25, 2010

Opener do "péssimo beijo"

Rapazes, vejam o que acham deste cenário:

“Meninas, muito rápido, qual é a vossa opinião…se um rapaz beija muito mal, vocês diziam-lhe? (esperem uma primeira reacção, nem que seja só "hmmmmm", só depois digam o resto…)

Ou arranjavam uma desculpa para não se encontrarem com ele outra vez?...tipo davam-lhe o vosso número errado…

Eu estou a perguntar porque uma amiga minha tem esta teoria, de que a maior parte das vezes que a mulher dá o número errado, de propósito, é porque o rapaz beija muito mal, mas não são capazes de lhe dizer…(perguntar se elas já fizeram isto)”

Depois, cada um escolhe o caminho a seguir, conforme a reacção delas…Podem por exemplo fazer logo uma cold reading baseada na resposta delas, Neg a uma delas…a justificação do opener podem mudar, e até usar uma que transmita logo DHV (em vez de dizer que a teoria é de uma amiga, dizer que é de uma ex-namorada, que tinha elevados padrões de beijo para homem, algo assim – vai transmitir, de forma subtil, a ideia de que vocês beijam muito bem, se não, não teria namorado com vocês…).

Outra opinião que podem pedir mais tarde durante o jogo, e que tem a ver, é perguntar como elas acham que duas pessoas que curtiram numa festa, se devem cumprimentar no dia seguinte…2 beijinhos ou um selinho?...

Acho que este assunto tem um bom potencial, na verdade, como sabemos, tudo o que tenha a ver com relacionamentos tem…

Já testei, com boas respostas, quero saber o vosso feedback!

Bons jogos!

Thursday, January 21, 2010

Videos _ alpha behavior

Pessoal estamos a encher este blog de material interessante.
Aqui vao mais alguns videos.

Estes retratam um pouco o comportamento alpha.










Roger Dodger - Nao consegui importar o video mas vejam o link

http://www.youtube.com/watch?v=4YOB48WGM4Y&feature=fvst






Magnolia - Tom Cruise em grande... e um filme com uma boa educacao emocional




Kinsey - sobre comportamento sexual e como a nossa infancia influencia os relacionamentos sociais


Wednesday, January 20, 2010

Curiosidades sobre linguagem corporal

Aqui vão duas curiosidades sobre BL que podem usar como “Pebbles”.
- Sabem qual é a parte do corpo do homem que aumenta 3 vezes o seu tamanho original quando ele sente atracção por uma mulher? Não, seus tarados, é a pupila!! (sim, eu também nunca procurei um IOI nas pupilas; ficamos sempre distraídos a olhar para as mamas)
- Sabem que 70% da população mundial cruza naturalmente o braço esquerdo sobre o direito? Experimentem. É genético.As mulheres são muito melhores leitoras de BL (body language) do que os homens, a parte do cérebro humano responsável por essa análise está bem mais desenvolvida no sexo feminino. Quando se fala no “sexto sentido” das mulheres, não é nenhum poder sobrenatural; quando elas dizem “não me perguntem como eu sei, mas eu sei que ele está a mentir”, “não me perguntem porquê, mas não confio nele/a”. Esse “sexto sentido” é o processador de leitura de BL. É meus amigos, por isso é tão difícil mentir às mulheres. Este tema é muito complexo e as formas através das quais o corpo comunica são muito variadas. Não tem interesse fazer uma descrição exaustiva sobre sinais de comunicação não verbal, se não da próxima vez que estiverem com uma mulher vão estar demasiado preocupados em procura-los. Vamos antes fazer uma revisão dos mais básicos, e quando tiverem mais prática podem aprofundar este assunto. Nota: Os sinais de BL devem ser interpretados em grupo e nunca isoladamente!! Se não os nossos “tico e teco” ficam todos baralhados!Sinais de interesse (IOIs)
- Olhar penetrante, pupilas dilatadas;
- Mantém EC (eye contact) com vocês enquanto falam;
- Falar com a unha entre os dentes;
- Morder/humedecer os lábios;
- Quando sorri enruga o canto dos olhos (só este sorriso é verdadeiro, qualquer outro sorriso será apenas social)
- Brincar com o cabelo enquanto fala contigo, ou atirá-lo para trás dos ombros repetidas vezes;
- Ela inclina para a frente para falar contigo, especialmente após inclinares o corpo para trás e ficares numa postura relaxada; quem vê de longe o que pensa? Quem está a tentar engatar quem? A social proof que isso nos dá;
- Perna cruzada na tua direcção; o pé da perna cruzada aponta para ti;
- Enquanto ela fala contigo está a brincar com algum objecto (caneta, copo, telemóvel, guardanapo, etc.); se for com as jóias, reparem se ela as movimenta tirando e pondo
- Ela toca no teu braço/ombro/mão de vez em quando ao falar contigo; é muito bom, podemos começar a escalar Kino também;
- Em geral reparem se ela inconscientemente está a espelhar a vossa postura corporal e/ou tom de voz; isto acontece naturalmente entre os humanos quando existe rapport; experimentem cruzar a perna, virar o corpo, para ver se ela adopta uma postura semelhante; reparem se ela imita os gestos que fazem com as mãos ao falar.
Todos já assistimos (e eventualmente até protagonizamos) aquelas figuras tristes, quando vemos que um gajo está a tentar engatar e a miúda não está nada interessada. Ele está com o corpo todo virado para ela, inclinado para a frente, enquanto ele fala ela está a olhar a volta (inconscientemente na esperança que algo ou alguém a salve daquela conversa/pessoa enfadonha), de braços cruzados, a sorrir por simpatia…E o palerma não percebe, fica ali desesperadamente a puxar assunto após assunto, como quem procura as palavras mágicas para abrir um baú fechado a cadeado. “Tens que procurar é a chave óh burro!!!” Esse baú não abre por encantamento, basta ter a chave!Conclusão, é importante conhecer os sinais de interesse, mas também os de desinteresse (podem ser reversíveis), que muitas vezes por muito bons que sejamos, ela simplesmente não está no clima, ou tem algum impedimento que não depende de nós. Temos que saber ler isso e sair fora de cena.

Neg e Teasing

Sim, eu utilizo o teasing como forma de Neg, embora nem todo o teasing consiga surtir o efeito de Neg. E nem toda a Neg consegue um teasing. Vai depender muito da forma como a “entregamos” e de como ela recebe. Sem dúvida, o que mais gosto é quando os dois efeitos se juntam. Na minha opinião os factores determinantes para a ocorrência destes dois efeitos são a auto-estima e o carácter introvertido/ extrovertido dela.
Se ela tiver uma auto-estima boa/alta, as chances de ela se sentir “picada” (teasing) com a minha Neg são maiores. Ela vai sentir-se “desafiada” duma maneira engraçada e vai querer entrar no jogo. Ela não “levou a peito”, porque a auto-estima dela é boa, mas foi o suficiente para fazê-la tremer do salto um pouquinho, para que ela saiba que pode ser muito bonita mas eu não babo, como ela está habituada a ver. Se ela for introvertida e/ou tiver uma auto-estima baixa, pode receber a minha Neg a nível pessoal (como acontece às vezes com os homens quando são rejeitados na primeira abordagem, é como se a opinião de alguém que nem nos conhece tivesse muita importância no nosso auto-conceito, não pode acontecer) a brincadeira passa-lhe ao lado e o efeito do teasing é zero. Ela pode até querer responder na defensiva, fazer um comentário desagradável, por isso é que uma das regras de ouro é nunca dar chance de resposta a uma Neg! A “delivery” de uma Neg faz-se da forma “THROW AND GO”. Temos de continuar a falar, mudar de assunto, falar para o resto do grupo e ignorá-la. Assim o efeito da Neg ficou lá. Se o teasing aconteceu em simultâneo vamos saber mais tarde, se ela nos tentar “picar” também.Por isso as Negs têm de ser calibradas em função da auto-estima, regra geral, quanto mais bonitas, mais forte a Neg. No entanto, sabemos que muitas daquelas mulheres que saem todas arranjadas, maquiadas, bonitas, escondem por trás de todo esse aparato (que serve unicamente para assustar os homens menos confiantes, que são os que elas não querem, os que não têm coragem de as abordar por não se acharem “merecedores”, os que nunca lhes iriam dar Negs, mas sim a velha conversa fiada do “és linda, posso te conhecer?”etc…) inseguranças e uma auto-estima não tão elevado quanto poderíamos pensar, baseado na aparência. Aí está o porquê de nos tornar-mos experts em linguagem corporal. É muito útil na calibração das negs.

Tuesday, January 19, 2010

Sobre o Neging

Agora k o Moringa regressou e uma boa altura para falarmos de negs. Ja passamos pelo inner game, body language, openers (Moringa desafio-te a adicionar algo valioso e exemplos aos posts anteriores sobre esses temas). A medida que o jogo avanca diversas tecnicas vao sendo aplicadas. Os negs sao das primeiras tecnicas utilizadas no jogo activo. Apos uma abordagem o neg surge para demonstrar o teu desinteresse nela e baixares a sua auto-estima. O neg adequa-se em situacoes em que ela tem elevada auto-estima e bitch shield. O problema de alguns negs e que podem parecer um insulto para muitas mulheres ou sinal de arrogancia e por isso deve ser muito bem escolhido e aplicado . Moringa, colocarias o teasing como uma forma de neg? Quais sao para ti as semelhancas e diferencas?
Aqui vao alguns exemplos:


- Se ela te quiser tocar nao a deixar faze-lo.
- "E uma pena que sou gay"
- Dizer alguma coisa mal sobre ela como a roupa, alguma coisa que ela tenha no cabelo
- Se ela for antipatica dizer algo tipo: "Tu nao deves sair muito a noite pois nao"
- Nao acho que nos devemos conhecer: es demasiado simpatica/ temos demasiadas coisas em comum/ou nada em comum
- Falas muito.
- E uma pena que nao sejas do genero de mulher que gosto

Geralmente vais sentir de imediato uma mudanca na auto-estima dela mas algumas podem continuar a jogar forte e tentar testar-te. Mantem-te firme e contina a dar negs (mas sem insultar:)

Monday, January 18, 2010

Case Scenario "Zé´s house party"

Caros, wings, finalmente voltei de viagem e estou cheio de vontade de começar a postar!Sem mais demoras, analisei o caso prático e eis o que tenho a dizer... Assinando em baixo de tudo o que o Páris disse, vamos ver até onde a minha imaginação fértil nos consegue levar…sit back, hold tight and enjoy the ride! Como já não somos amadores nestas coisas, jogamos a sério, preparamos o jogo antes de sair da casa, antes de cada sarge – “failing to plan is planning to fail” (quando saio com intenção de sargear dou uma lida nos meus apontamentos, no meu manuscrito de PUA, para lembrar dos meus trunfos favoritos, e principalmente daqueles erros fatais que nos podem pôr imediatamente fora de cena). Vamos ver, o que sabemos antes da festa? Já sabes para onde vais, como e com quem? Sim. Já sabes quem vais encontrar lá? Sim. Com estas duas respostas já podemos pensar na tua entrada na festa. “Dress to impress”, não tens necessariamente que usar de peacocking, mas prepara o “uniforme” de acordo com a ocasião, isso fica mesmo a teu critério, depois até podemos trocar algumas ideias sobre este tema entre todos. Agora a tacada de mestre, porque as “primeiras impressões duram uma vida”, tens que ter um destaque logo na chegada à festa. Não queremos que sejas apenas mais convidado que se juntou ao grupo. Para quê esperar para falar com as pessoas se podes, nos primeiros segundos, conseguir DHV e até mesmo atracção? Podes conseguir uma entrada triunfal, já em plena DHV, de várias maneiras, vou aqui dar alguns exemplos antes do que imaginei perfeito para o teu caso. Se o dono ou dona da casa for algum amigo próximo, pode fazer uma introdução a um convidado especial que está para chegar a qualquer momento, salientando aspectos que sabemos importantes para criar uma imagem de elevado valor social aos olhos das mulheres (acredito que já saibas do que falo, se não, depois lembra-me para complementar). Isto pode ser conseguido de forma espontânea, isto é, se realmente o anfitrião tem uma opinião positiva a teu respeito, te conhece bem e te vai elogiar, ou preparada, um Wing, ele pode elevar o teu valor social para a sala antes que chegues. Por exemplo, eu dou uma festa em casa; antes que chegues eu já falei de ti, do tipo “vocês vão conhecer um grande amigo meu, uma pessoa espetacular”, e aqui posso contar uma aventura nossa (“fake it till you make it” se for o caso, não tenho impedimentos éticos nem morais quanto a isso) com alguns “DHV spikes” (Mystery Method vídeos) a teu respeito. Se, por exemplo, eu soubesse tocar viola, podia muito bem levá-la para a festa. Quando eu entrasse, já trazia comigo um objecto de DHV. Não vou dizer que é uma arma infalível, mas boa parte das meninas gosta de algo assim. Agora, o KILLER! Aquilo que eu acho que realmente ia estourar a tua entrada… Imaginem que o Zé chega, não de mãos a abanar, mas de mãos a carregar, não um, mas DOIS GARRAFÕES DE 5 LITROS DE SANGRIA ARTESANAL!!!!!! Meu amigo, com o “acompanhamento vocal” adequado (high energy level), esta entrada mandava-te direitinho para o lugar de herói da festa, sem pagar portagem, e com direito a “palmadinhas nas costas” dos “líderes”, agora depostos, pelo imperador Zé Miguel Páris. ahahaha. E o que é que acontece quando recebemos “palmadinhas nas costas” dos líderes? Isso mesmo, roubamos-lhes as mulheres. “Lead the men, the women will follow”. Para veres como isto teria tanto de subtil como de poderoso, repara no fio condutor que tens a partir de agora. A propósito de sangria, não vem ao caso o teu erasmus na Corunha? A propósito daquela sangria , que é receita tua (é o que vais dizer, mesmo sendo a receita do teu irmão ou de outra pessoa), não vêm ao caso histórias engraçadas das tuas aventuras de erasmus? Repara que à mediada que eles forem bebendo e gostando a conversa pode cair e cair várias vezes no assunto SANGRIA, ou seja, em ti. Tens material aqui para controlar as conversas, e toda a gente vai querer partilhar uma história engraçada a respeito de aventuras de erasumus, ou bebedeiras…mas tu vais poder sempre controlar. E para não pensarem que só falas de sangria, tens que saber de antemão quais são os temas que em qualquer situação te vão permitir controlar uma conversa. Por exemplo, se numa situação dessas lançares o tema “relacionamentos”(jealous girfrind opener por exemplo) e souberes conduzir, vais ter todas as mulheres a querer falar ao mesmo tempo e a tentarem dar-te a opinião - MUITO IMPORTANTE: quando elas começam todas a falar ao mesmo tempo é altura ideal para uma NEG colectiva (ainda não tinha falado em NEGs, mas acho importante!); eu hoje sinto-me seguro para dar NEGs, não quer dizer que não possa acertar ao lado de vez e quando, mas já consigo ter uma consistência nos resultados. É algo que vais ter de treinar e aprimorar. No caso, uma NEG colectiva é super seguro (do tipo, um olhar reprovador por todas estarem a falar ao mesmo tempo como meninas da pré-escola), porque nenhuma se sentiu directamente “atacada”, e consegues provocar uma “comichãozinha” em todas…e risos (especialmente com a atitude C&F). É fundamental teres um alvo. Alguém que identifiques como material em quem podes correr jogo. Tipo, tens 4 meninas bonitas na festa, uma HB9 e 3 HB7. Se a HB9 tiver um anel de comprometida na mão, eu sei que vai dar mais trabalho…Se uma das HB7 recebeu alguma das Negs bem, ou seja, surtiu o efeito, é nessa que eu ia. Como é que sabes se a Neg surtiu efeito? As melhores Negs são as que têm piada e fazem com que as próprias amigas se riam dela (atenção aos limites, tem que ser de leve e mesmo mesmo engraçado, para que até ela sinta um pouquinho de vontade de se rir, mesmo sabendo que a piada foi sobre ela); quando estiverem a rir dela, ela vai-se morder um pouquinho e querer dar-te aquelas palmadinhas e chamar-te uns nomes pseudo ofensivos. É aí que tu a enxotas ligeiramente, como se ela estivesse a danificar material caro e VOILÁ. Como magia pura, ela vai sentir compulsão a tocar-te cada vez mais (meus amigos eu já fiquei estúpido várias vazes com o poder desta merda, da última vez, há uma semana, as amigas do meu alvo quiseram entrar na brincadeira e não paravam de me tocar também, de RIR, várias meninas à volta do prémio. Conclusão, KC após poucos minutos)! Agora que já tiveste uma entrada do caralho, com DHV a sair pelas orelhas, as tuas conversas são super interessantes e divertidas e, com o alvo, acrescentaste o ingrediente mágico, Neg, vais projectando tensão sexual no olhar. Se ela fixar o olhar mais de 3 segundos no teu, sem que nenhum esteja a dizer nada, GO FOR THE KILL! Arranja maneira de a isolares, nem que fiques à porta da casa de banho para quando ela sair parecer que estavas a passar ali por acaso e BOOOOM! Injectas a tensão sexual toda no olhar nesse momento e fazes o mergulho! Um beijinho rápido, é o que queres, se achares que ela pode se inibir por alguém estar a ver. Número de tlm e … O resto meu amigo, é no capítulo “ DAY 2”, pano para mangas… (eu já engoli tanto material que sempre que for comentar alguma coisa tenho a certeza que me vou alongar assim ou mais...mas se alguma coisa não ficou claro digam que eu desembrulho. Espero que tenham gostado do cenário, apesar da imaginação achei tudo bastante verosímil. Moral da história: Zezinho, quando saíres de casa, vai armado até aos dentes, com planos de A a Z, quanto mais munições tiveres, mais chances tens de acertares o alvo.

Body Language - A linguagem não verbal

Temos falado imenso em linguagem corporal e este post vai então debroçar-se sobre este tema. A importância da linguagem não verbal vai para além destes temas sobre sedução. Leiam o que aí vem, vejam os vídeos e descubram porquê.
Uma das primeiras coisas que aprendi enquanto fazia um curso sobre como fazer apresentações orais foi que:

- de acordo com especialistas nesta área, apenas 7% da comunicação provém das palavras que decidimos utilizar.

E que os outros 93% referem-se ao:

- tom da voz, pausas e ênfase/dinâmica utlizados na expressão dessas palavras
- expressão corporal (postura e movimento do corpo adequado)
- expressão facial.

Relativamente à voz e expressões faciais sempre é possível melhorar através da gravação da leitura de textos em voz alta. Ao reproduzir essas gravações podemos identificar o que poderemos fazer para optimizar o nosso discurso e treinar (lêr textos mais devagar, criar outra ênfase, falar olhando para o espelho, aprender a projectar a voz)

Relativamente à linguagem corporal deixo aqui alguns videos interessantes:








Relativamente ao aspecto da sedução atenção a estes pormenores:

- movimentos seguros e relaxados que demonstram conforto e segurança. Um alpha pode estar atrasado mas nunca demonstra que está atrasado:)
- Não abordar o grupo de frente mas de ângulo para dar a impressão que estamos de saída e criar maior conforto.
- Não inclinar o corpo sobre os outros: não é uma posição de alpha man. Se estiver muito ruído aprender a falar mais alto
- Quando houver troca de olhar com alguma miuda não o afastar
- Atenção à postura. Peito aberto, Olhar em frente, sorrir (mas não como uma palhaço), não cruzar os braços já que é uma postura fechada a uma interacção. Segurar a bebida ao nível da cinta.

Aproveitem e contribuam com outros aspectos que pensam ser importantes da linguagem corporal.

Vejam estes videos






Sunday, January 17, 2010

Caso Pratico!

Vamos lá ter uma imaginação fértil.
Imaginem lá esta situaçao:
Vais a uma festa de uma amiga tua, em casa dela..levas um amigo teu e nao conheces mais ninguem (excepto essa tua amiga).
Estao umas 12 pessoas e ja todos se conhecem....mas sao boa gente, divertida e facilmente ficas à vontade.

Agora a questão que se segue....eles como ja se conhecem todos, e estando toda a gente a beber e em circulo, estao sempre a contar historias conhecidas deles, em que ninguem para de se rir...grandes humoristas. Tu como nao conheces as historias, apenas algumas é que consegues acompanhar e rir-te delas.

Como consegues fazer o teu jogo? Como conseguir captar a atençao de toda a gente e ganhares valor social?

Para dificultar as coisas, considerem que entre as historias que contam nao ha tempos mortos..é velocidade da luz, e ha sempre aqueles que têm imensa piada a falar..
Ah, e nao é possivel pôr alguem de parte...as conversas sao todas para toda a gente.

Saturday, January 16, 2010

The Cube is a game that has been used by pickup artists for some time now, and for good reason. Recently, I asked my friends what results they’ve had with the cube. The stories are all different, but they all agree: Women will thank you for it. Women will remember it. Women will feel that you really understand them. And, women will want more. Those who use the cube know its power, and it has been their secret weapon.

So, what is it? Well, the cube is a game of questions and symbols. It is five
simple questions of imagination that will allow you to lead a woman deeper and deeper into a seduction. For the origins of the Cube a person could read through The Secrets of the Cube, by Annie Gottlieb. But, the pick up artist will find that he doesn’t need to understand the traditional use of the cube. He only needs to know how to use this secret seduction weapon.

Now, the Cube can be used at anytime in a seduction…

It can be used as a playful game to build attraction (by teasing a girl for her
answers and making your interpretations funny and unrealistic.) And, it can also be used in the deepest phases of seduction to lead a woman’s mind into her sexual desires (by making your interpretations sexual and erotic). However, what we are going to focus on here is using the cube to build trust and comfort. Most pick up artists will agree that the cube serves the greatest purpose for developing this kind of real connection with a woman you just met. It starts fun and playful as a game, and it ends by leading the conversation into deeper and deeper levels of rapport. Building this type of rapport is the real strength of the Cube.
The Seven Powers of the Cube

So, what is the purpose of the Cube? And why do women consistently react so well to it? Basically, what can the cube do for you? Well, the Cube will have many effects on your seduction…

1) Avoid Boredom - One of the most common mistakes that guys make is to fall into a boring conversation. To find out about the woman, all they can think of are the same old questions… “Where do you live? What do you do? What else do you do? Etc, etc…” The Cube offers a unique piece of conversation that will move away from facts and information, and into more emotional topics. It will lead to a discussion of things that are more meaningful and important to her.

2) Hook Her - Women LOVE these kinds of games. You might think it is cheesy, or too New-Age. But, trust me… Women get hooked. Look through any women’s magazine, and I guarantee you will see little personality tests and games. The magazines know what women like, and we should too. The cube will help you hook her into your conversation, and can even be an excuse to isolate her: “Come with me, I’m going to show you something cool…”

3) Demonstrate Value and Personality - You will demonstrate a lot of value to the girl when you use the cube. Most simply, you are a man who leads the conversation, and already this is attractive. But, on an even deeper level, you can demonstrate that you understand women and what they want. You show that you are not like all the other guys. And, through your own personal interpretation of the cube you reveal your own personality and who you are.

4) Build a Connection - The Cube will help build a connection and a feeling of rapport. A woman who shares her cube with you is giving you a gift. It’s a gift of insight into who she really is. She will be in a vulnerable state. As you learn about her and reveal things about yourself, she will see that you understand her. And, as she sees how you accept her gift and accept her, she will begin to trust you more. Sharing this vulnerability with her will create a bond that most guys would probably never get.

5) Qualify Her - The woman will assume that you must be qualifying her. Women often say that they were worried if they gave “the right answer.” She knows that you are paying close attention to her answers, and she will really feel like you are choosing and selecting her. This is so valuable in conveying that you are a guy who has options and who has standards. In addition, you will really get a chance to listen to her and find out what you like about her.

6) Learn About Her - You will elicit what is important to her. All of the information that she gives you can be used later on in the seduction. The more you know about her, the more you will know how to seduce her.

7) Leave Her Wanting More – Once a woman experiences the Cube, she will associate the experience with YOU. And, she will want more of you and the experiences you bring. In fact, if you get interrupted in the middle of the cube, don’t sweat it. She will come back to you, asking to finish. She will want more. Keep these effects in mind as you learn and practice the Cube. Everything you say when using the Cube should be directed toward invoking these 7 powers.
The Design of the Cube

By now, it should be obvious that the details of the game are not nearly as
important as how you play. The structure will have many variations, and
everyone will play it differently. And that’s fine. Notice, the power of the Cube isn’t to “be correct” or to give “the right interpretation.” - There are no right or wrong Cubes.

So, this is how I do the Cube. You can structure it how you like, and find what works best for you.

“Have you ever done the cube?... Ok… I'll ask you a set of questions, and when I'm done I'll know everything about you. Are you ready? Do you have a good imagination? …Good.” (The idea here is not to explain it, but just to get her hooked.)

“Now, imagine in front of you a landscape” (I’ll usually gesture with my hand for them to imagine it in front of them). “And in the landscape there is a cube. Notice what size is it, what color is it? What is it made of? Where is it?”

“Ok, next you see a ladder. Notice, where is it in relation to the cube? What is it made of? What size is it?”

“Next there are flowers. Where are they? How many? What do they look like? What color are they?”

“Next, there is a horse. What does it look like? Where is it? What is it doing?”

“And, last there is a storm. Where is it? What is it doing? What does it look like?”

When she has visualized the entire image, then you can tell her the meanings.
They are:
Cube = Your Self
Ladder = Your Aspirations
Flowers = Your Friends
Horse = Your Ideal Lover
Storm = Your Challenges and Problems

Now, the routine I use doesn’t follow the original book, and you shouldn’t either. Do what feels best for you. You can use a desert or a movie theater instead of a landscape. You can introduce it by saying “I’ll know more about you than even your best friends know.” Or “have you ever been cubed?”

You can have her close her eyes, or draw it out.

Some people may also use different meanings. (Ladder = family, or coworkers, etc…) It’s all fine. Just remember, you want to talk about things that will invoke the proper emotions in her, so avoid talking about things like children or enemies, etc…


Read more about the cube by pick up artists.


Aqui têm pessoal para uma leitura do jogo o cubo.

Friday, January 15, 2010

The Cube - video

Cá está o grande mestre PUA Soares da Tuga Seduction a contribuir com o seu "cubo, uma janela, uma escada, flores, um cavalo e no fim vem a tempestade que mistura tudo". Para não continuares a misturar estas coisas ora cá vai: o jogo do Cubo é uma rotina aplicada numa fase em que queres criar conforto com outra pessoa mas também pode ser utilizado para demonstrares valor social tal como magias e outros jogos. Ora está atento ao próximo video:

The cube

Vocês dois já muito mais à frente com estes estudos todos... deixem ai como se joga o jogo do cubo. Sei que tem o um cubo, uma janela, uma escada, flores, um cavalo e no fim vem a tempestade que mistura tudo mas falta mais algo... e depois como fazer o "fulgamento"... Se poderem dá ai a dica o ppl agradeçe ;)

Abraço para todos

Algo mais sobre o Inner Game

Vou partilhar algo que li e que me fez pensar um pouco mais sobre o nosso EU e o nosso EGO e como todo ele pode determinar as nossas decisões e comportamentos na nossa vida. Aqui vai:

Se alguém rejeita uma pastilha elástica oferecida por um de nós, alguém sente qualquer conflito emocional? NÃO! Por que essa pessoa apenas rejeita a pastilha elástica.
E quando alguém rejeita conhecer-nos? ou dar o nosso número de telefone???

Aí pensamos que está a rejeitar-nos. Contudo, quando conhecemos alguém novo, nós somos DESCONHECIDOS. Como podemos ser rejeitados se somos desconhecidos? Ela não nos está a rejeitar, simplesmente a pessoa desconhecida que está a ver à sua frente.
É importante aceitar o medo da rejeição para crescermos socialmente e individualmente. Vejam então o próximo video onde se fala sobre este assunto:




Não deixem de lêr os livros do Eckhart Toole onde ele discute diversos temas relacionados com o ego humano, confiança, optimismo,...

Thursday, January 14, 2010

Videos

Aqui estão alguns videos que podem encontrar no Youtube: reparem nas técnicas de abordagem, linguagem corporal,humor teasing e push pull.










Tuesday, January 12, 2010

Ganhar valor social!

Bem, enquanto eu nao leio todo o material (a trabalhar e com treinos é complicado ler mais de 30m por dia), gostava de saber mais pormenorizadamente maneiras de ganhar valor social.
Ou seja, estamos no meio duma sala (bar, discoteca), o que fazem para não parecerem mais uns cromos ali a dançar?
Curtir a noite, sempre com alta energia e diversao, falar um pouco com varios grupos e tentar dar mais energia do que a que eles possuem...espirito é essencial.
Mas e como conseguir que esses mesmos grupos nos queiram lá com eles? Como conseguir que toda a gente na sala olhe para nós e nos axem realmente pessoas com valor social alto?
Só me vem á cabeça "Magia"....
Ideias rapazes....mais ideias :)

Sunday, January 10, 2010

Quais são os vossos openers favoritos?

As abordagens naturais e situacionais são as que mais gosto mas os resultados são bastante imprevisiveis e por isso exige muito trabalho de jogo interior.
Aqui estão algumas das abordagens pré-concebidas que utilizo:

- Num espaço social tipo bar gosto de ter o conceito de metagame na cabeça toda a noite. Conhecer pessoas por conhecer é fantástico. É só dizer "olá" com grande postura e desenvolver a conversa com bom humor. O importante aqui é conhecer a sala e seres visto.

- Em vez de elogiá-la fisicamente comentar algo sobre a roupa dela ou melhor, sobre o seu interior (cold reading) (parece tímida, cara pouco simpática, pouco amigavel, chata, sensivel,...): O que e preciso e dizer algo que a desperte curiosidade. "Mas porque é que ele me acha antipática??Porque e que ele disso aquilo?"

- Usá-la como "adereço" é também muito bom. Pedi-la para te ajudar ou para te emprestar algo é óptimo. Por exemplo, pedir para que olhes pelas tuas coisas, ou pela tua bebida enquanto vais a casa de banho ou pedires para que te tire uma foto com os teus amigos, ou algo para fazer um truque de magia como Joel faz e ja e mestre. Aproveitas para dares um pco de neg ou cocky naquele modo confiante e brincalhao perguntando se ela sabe tirar fotos ou dizendo k a foto nao ficou bem ou dizer-lhe para nao se aproveitar e roubar alguma coisa tua.

- Fingir que ela é uma amiga de longa data.

- Num shopping ou na rua perguntas se ela sabe as direcoes para algum lado/loja. Ai entras logo em cocky e brincas por ela NAO saber ou por ela saber (deves ser guia turistica

- "Fazes-me um favor? Pode sorrir?... ela sorri e tu... " eh pah nem tanto qu se vêm as gengivas"

- " Estamos aqui a tentar advinhar de onde vocês são. Eu acho que vocês são da China e o meu amigo da India?" Isto tem humor quando tás farto de saber que elas não são de lá e são de etnia branca

- "Voces preferem que um rapaz vos aborde directamente ou indirectamente?" É o que eu mais uso porque sinto-me bem nessa conversa e já estou a mergulhar num conteúdo que todos gostam de falar.

- " Olha lá, és solteira? Tenho um amigo que realmente te iria achar atraente...
O meu amigo ali acha-te uma miuda altamente...mimada"

- pegas num grupo de miudas e viras-te NAO para a mais gata e dizes que tens um jogo divertido para fazer. Das-lhe a escolher 3 rapazes no bar e ela tem de escolher um para matar, outro para pinar e outro para casar. podes incluir um dos teus amigos nesses 3. Nunca experimentei este como opener mas acho que tem um potencial de ancoragem enorme e de repente tas no meio do grupo e nao mostraste interesse à mais gata.

- Fazer declarações em vez de perguntas: ex: "pareces ser do Brasil..." "ouvi dizer que as miudas do Brasil são"

- Estava a discutir aki com o meu amigo(s)... o k e vos atrai mais num homem?

- Quando tás bem disposto e confiante um " Hey Ta tdo?" pode funcionar (especialmente para o metagame em que o teu alvo nao esta la presente e apenas queres conhecer pessoas novas). O mais importante é quando vires um grupo não hesitares muito tempo para abordar. E quando intervires - e sempre com humor e em modo de brincalhão. Os macacos dos outros gajos que tavam lá no Triplex estavam a volta das gajas há horas. Isso não se faz. Mesmo que não consigas á primeira muda de sítio como se tivesses ocupado, a divertir-te e à procura de alguem, de um amigo. Ai ai ai quando me lembro das noitadas que ficava colado numa gaja a noite toda e não saia daquele metro quadrado!

Regra geral os openers indirectos pretendem que nao demonstres de imediato interesse numa rapariga com um valor elevado ou que nao esta ainda atraida. Mas quando uma rapariga ja esta atraida por ti ainda antes de a abordares ou tem valor mais baixo do que tu, os openers directos podem tambem funcionar muito bem. Na verdade, se ela esta constantemente a olhar para ti ou a sorrir para ti (IOIs)
qualquer tipo de opener vai funcionar.

Diferentes Abordagens!

Estou a acabar de ler o livro...mas ainda é muito generico.
Tenho algumas duvidas sobre que abordagens ter com diferentes situaçoes, pois do que li, parece-me que aquilo só serve para bares.

Exponho 2 situaçoes:

1ª andam a ver lojas, e vêem 2 raparigas, das quais uma é um 8. Como fazem a abordagem?Metem-se com a mais feia, e dao negs á outra?

2ª discoteca...mal conseguem falar para uma só pessoa. Dificilmente conseguem fazer jogos ou ter conversas elaboradas. Ideias?

3ª outras situaçoes que se lembrem, e queiram comentar, força :)